Categoria: Tecnologia

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Finalmente, a Google revelou nesta segunda-feira (6) o nome oficial do Android 9, até então apenas chamado de P. O novo sistema operacional se chama Pie (“torta”, em português) e recebe algumas novidades ainda não anunciadas pela empresa.

A Google já havia informado algumas novidades do programa durante a sua apresentação para desenvolvedores. Agora, a gigante informou que usuários de smartphones da linha Pixel, bem como de outros aparelhos já compatíveis com o beta, poderão baixar o novo Android Pie já nesta segunda.

A primeira grande novidade é uma utilização mais robusta de mecanismos de inteligência artificial acoplado ao Android. Com isso, o sistema operacional oferece uma série de pequenos confortos, como prever a sua próxima ação e adiantá-la para você, até adaptar o consumo de bateria de acordo com a utilização do aparelho.

Com a proposta de fazer um sistema mais adaptável ao usuário, a empresa adicionou a ferramenta Adaptive Battery, que prioriza energia para determinadas funções em detrimento de outras, e o Adaptive Brightness, que regula o brilho da tela de acordo com a utilização.

Android tem agora sistema adaptativo de bateria e brilho de tela (Foto: Divulgação)

Outro sistema adicionado é o App Action. Esta é uma pequena aba que fica na parte superior do aparelho e que já apresenta os possíveis apps que você pode precisar, dependendo da ação que estiver fazendo. Um exemplo é quando se coloca um fone de ouvido no aparelho e ele já sugere ações como, por exemplo, ligar para a lista de favoritos ou começar a tocar as músicas do Spotify. A ideia é que, com o tempo de uso, tais sugestões sejam ainda mais aprimoradas.

No app action, o sistema sugere já uma nova ação para o usuário (Foto: Divulgação)

Uma novidade deste sistema operacional também é o Slices. Trata-se de um pequeno card que aparece quando o usuário faz uma busca por um aplicativo na barra do Google. O exemplo que a empresa dá é em relação ao Lyft (principal concorrente do Uber nos EUA). Quando um usuário busca pelo app, já aparece uma barra não só para abrir o app (caso esteja instalado no aparelho), como a estimativa de tempo e preço para uma viagem para casa ou trabalho, por exemplo. Assim, esta é só uma forma mais fácil de acessar algumas informações dos aplicativos.

Navegação

Além da introdução de mecanismos de inteligência artificial, o Android Pie também tem uma nova proposta de navegação pelo botão Home. Agora, o botão mostra uma versão em tela cheia dos aplicativos que estão abertos. Além disso, quando o usuário desliza o dedo para cima em qualquer lugar da tela, também pode ver esta opção de preview dos programas em execução.

A ideia, segundo a Google, é fazer com que seja mais fácil a navegação com uma mão só, ainda mais para smarphones com telas cada vez mais alongadas.

Botão home mostra uma versão inteira do app para o usuário em reoatação lateral (Foto: Divulgação)

Outra introdução feita em relação ao mecanismo de inteligência artificial é que toda vez que o usuário selecionar um determinado trecho de texto, agora aparecem sugestões de ações para aquela palavra ou frase.

Aproveitamento no smartphone

Seguindo a tendência de melhorar a qualidade do tempo gasto pelos usuários no smartphone, o Android P agora tem toda uma gama de funcionalidades para ajudar o usuário a refletir sobre o modo como usa seu dispositivo.

Agora, o sistema operacional tem um dashboard que informa detalhadamente o tempo que o usuário gastou em cada um dos aplicativos que usa, quantas vezes ele foi aberto e em quais momentos. Com isso, o usuário também pode colocar um alarme em um determinado aplicativo caso exagere no tempo dedicado àquela aplicação.

Outras funções novas são a de “não perturbe”, que elimina grande notificações e possíveis notificações visuais na tela para melhorar a concentração, e que modifica as configurações do aparelho de forma a despertar o menos possível nos momentos antes de dormir. O sistema operacional ainda oferece novidades em segurança e outras pequenas mudanças, como na forma de mostrar notificações e informações ao usuário.

A notícia triste é que estas funções de melhoria de aproveitamento estão apenas disponíveis para usuários dos Pixel, e devem chegar para outros aparelhos com Android Pie somente no ano que vem. O Pie também deve chegar para aparelhos que fazem parte do programa beta de testes, entre modelos da Sony, Xiaomi, HMD Global, OPPO, Vivo, OnePlus e Essential ainda no outono do Estados Unidos, o que seria próximo ao final do ano. Para outros dispositivos, é preciso que a própria fabricante lance sua versão personalizada do Android Pie para sua base de usuários — o que, dependendo da empresa e do modelo do aparelho, pode demorar um bocado para acontecer.

Fonte: Google .

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Resultado de imagem para Android Oreo

A Samsung manteve os seus esforços e, de fato, conseguiu entregar o Android Oreo para as suas principais linhas de smartphones lançados no mercado nos últimos 2 anos. Porém, ainda há uma grande quantidade de dispositivos intermediários que ficaram de fora dessa grande remessa de atualização.

Nesta terça-feira (7), o site Android Pure informou que o calendário oficial de atualizações dos smartphones intermediários da Samsung foi divulgado no Samsung Members, aplicativo de suporte e recompensas da companhia sul-coreana. A novidade em si é boa para os donos de aparelhos da marca, no entanto, grande parte dos updates só ocorrerão no começo de 2019.

A listagem menciona um total de 12 modelos a serem atualizados. Com exceção do Galaxy J7 Neo, que será atualizado em dezembro de 2018, todos os outros modelos receberão o Oreo somente entre os meses de janeiro e março do próximo ano. Confira o calendário completo a seguir, com as respectivas datas e modelos:

  • Dezembro de 2018 – Samsung Galaxy J7 Neo;
  • Janeiro de 2019 – Samsung Galaxy Tab A (2017), Samsung Galaxy A9 Pro (2016), Samsung Galaxy C7 Pro, Samsung Galaxy C9 Pro, Samsung Galaxy J2 (2018), Samsung Galaxy On5 (2016), Samsung Galaxy On7 (2016), Samsung Galaxy J7 (2018), and Samsung Galaxy J7 (2017);
  • Fevereiro de 2019 – Samsung Galaxy J7 Max;
  • Março de 2019 – Samsung Galaxy J7 (2016).

Apesar da divulgação das datas, a própria Samsung informou que as atualizações podem ser interrompidas mesmo após sua liberação, principalmente caso a companhia veja a necessidade de correções emergenciais.

Fonte: PhoneArena, Android Pure

 

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Dados foram coletados por meio de pesquisa de satisfação e qualidade percebida realizada pela agência.

Foram divulgados nesta terça-feira, 10, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), novos resultados de qualidade sobre o setor de telecomunicações brasileiro. Os dados, referentes ao ano de 2016, foram divididos por produtos: telefonia móvel pré-paga, telefonia móvel pós-paga, telefonia fixa e banda larga fixa. As informações sobre a televisão por assinatura deverão sair no mês que vem.
Elisa Leonel, superintendente de
relações com consumidores – Anatel.
Ao todo, foram 150 mil entrevistas realizadas por telefone entre os meses de julho e dezembro do ano passado.

Sobre a importância deste estudo, a superintendente de relações com os consumidores da Agência reguladora, Elisa Leonel, diz que “em primeiro lugar, ao publicarmos os resultados, estamos dando ao consumidor informações essenciais para que ele possa escolher qual prestadora irá contratar. Ao mesmo tempo, a pesquisa dá à Anatel informações essenciais para que ela possa direcionar suas ações de fiscalização, de controle e mesmo os seus regulamentos para solucionar os problemas que mais geram insatisfação nos consumidores”.

Em termos gerais, o serviço de telefonia fixa foi o que mais deixou os usuários satisfeitos, atingindo uma média de 6,97 em uma escala que vai de 0 a 10. O serviço de telefonia celular pós-pago também agradou mais que o pré-pago, atingindo 6,72 contra 6,62, respectivamente. Já a banda larga fixa obteve uma nota média de 6,58.
Segundo a Anatel, o consumidor geralmente deu notas mais baixas por causa de problemas com atendimento e a dificuldade dos profissionais das empresas em resolver problemas.
Fique sabendo a partir de agora qual é a melhor empresa de telefonia ou internet do seu estado – na opinião dos seus próprios clientes -, e boa escolha na hora de comprar um novo plano!

A lista está organizada por ordem alfabética:

 

Acre

 

Alagoas

 

Amapá

 

Amazonas

 

Bahia

 

Ceará

 

Distrito Federal

 

Espírito Santo

 

Goiás

 

Maranhão

 

Mato Grosso do Sul

 

Mato Grosso

 

Minas Gerais

 

Paraná

 

Paraíba

 

Pará

 

Pernambuco

 

Piauí

 

Rio de Janeiro

 

Rio Grande do Norte

 

Rio Grande do Sul

 

Rondônia

 

Roraima

 

Santa Catarina

 

Sergipe

 

São Paulo

 

Tocantins
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O Whatsapp  permite que usuários enviem no chat qualquer endereço, bastando usar o mapa nativo do aplicativo. Pouco conhecida, a função é uma alternativa prática para pessoas que não possuem familiaridade com o Google Maps  Com o procedimento, o usuário pode deslizar o mapa com os dedos, o que tira a necessidade de digitar o endereço.

A dica a seguir, que funciona no iPhone e em Smartfones com Android, é ótima para pessoas que precisam compartilhar a localização de locais turísticos e outros locais, sem precisar digitar o endereço exato.

No iPhone (iOS)

Passo 1. Em um chat, toque no ícone “+” e escolha a opção “Localização”.

Caminho para abrir a ferramenta para envia de localização do WhatsApp (Foto: Reprodução/Marvin Costa)Caminho para abrir a ferramenta para envia de localização do WhatsApp (Foto: Reprodução/Marvin Costa)

Caminho para abrir a ferramenta para envia de localização do WhatsApp 

Passo 2. Toque em “Ocultar locais”. Nesse momento, o mapa será aberto em tela cheia e você poderá arrastar a tela para posicionar o alfinete verde no ponto do mapa que deseja compartilhar com seu amigo. Feito isso, toque em “Enviar esta localização” para finalizar o procedimento.

Opção para enviar uma locação de qualquer ponto do mapa no WhatsApp (Foto: Reprodução/Marvin Costa)Opção para enviar uma locação de qualquer ponto do mapa no WhatsApp (Foto: Reprodução/Marvin Costa)

Opção para enviar uma locação de qualquer ponto do mapa no WhatsApp 

No Android

Passo 1. Quando estiver em um chat, toque no ícone clipe de papel. Em seguida, escolha a opção “Localização”.

Ação para iniciar a ferramenta de compartilhamento de localização no WhatsApp para Android (Foto: Reprodução/Marvin Costa)Ação para iniciar a ferramenta de compartilhamento de localização no WhatsApp para Android (Foto: Reprodução/Marvin Costa)

Ação para iniciar a ferramenta de compartilhamento de localização no WhatsApp para Android 

Passo 2. Toque no ícone de foco no canto superior esquerdo da tela. Nesse momento, o mapa será aberto em tela cheia. Deslize a tela com o dedo para colocar o marcador laranja na localização que deseja compartilhar. Para prosseguir, toque sobre o marcador laranja.

Ação para abrir em tela cheia o mapa do WhatsApp para Android (Foto: Reprodução/Marvin Costa)Ação para abrir em tela cheia o mapa do WhatsApp para Android (Foto: Reprodução/Marvin Costa)

Ação para abrir em tela cheia o mapa do WhatsApp para Android 

Passo 3. Feito isso, toque em “Enviar esta localização” para que seu amigo receba o mapa.

Opção para compartilhar uma localização qualquer com o mapa do WhatsApp para Android (Foto: Reprodução/Marvin Costa)Opção para compartilhar uma localização qualquer com o mapa do WhatsApp para Android (Foto: Reprodução/Marvin Costa)

Opção para compartilhar uma localização qualquer com o mapa do WhatsApp para Android 

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Assim como acontece com outros aplicativos, o WhatsApp vai deixar de funcionar em alguns modelos antigos de celulares. A partir do dia 30 de junho, os smartphones BlackBerry, BlackBerry 10, Nokia S40 e Nokia Symbian S60 não terão mais acesso ao app de mensagens. Você tem algum destes equipamentos? Calma! Há uma luz no fim do túnel.

A Proteste, instituição que atua na defesa dos direitos do consumidor, informou que vai notificar a empresa para impedir a suspensão do serviço nos aparelhos antigos, de acordo com publicação do Olha Digital.

Segundo o órgão, “a obsolescência programada dos celulares é um desrespeito ao consumidor, especialmente por quem opta por utilizar um aparelho mais antigo, uma vez que o acesso ao serviço de telefonia é provido por todas as operadoras no país”.

A Proteste lembra também que o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor, no inciso IX, diz que é proibido “recusar a venda de bens ou a prestação de serviços, diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento, ressalvados os casos de intermediação regulados em leis especiais”.

O WhatsApp se defende justificando que modelos antigos não têm capacidade suficiente para que as funções do aplicativo sejam utilizadas corretamente.

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á pensou em descobrir lugares usando um botão na câmera do celular? Esse truque é possível em smartphones Android, de forma simples. A assistente Google Now permite detectar endereços ou até paisagens na tela do celular, ao apontar o telefone para o local ou com a leitura automática de uma imagem já salva na galeria. Elementos da paisagem ou textos são analisados para oferecer dados mais precisos.

Dependendo da análise, o aplicativo ainda permite abrir o resultado no Google Maps com o Street View ou até fazer uma pesquisa mais ampla na Internet. Além disso, a ferramenta tem botões de compartilhamento que permitem enviar a busca para redes sociais e mensageiros. O recurso é ideal para descobrir de qual país é um determinado cenário da foto ou para se encontrar rapidamente no mapa, utilizando uma placa de endereço na rua. Quer aprender como usar? Confira este tutorial completo.

Veja como pesquisar por locais usando o Google Now no Android (Foto: Ana Marques/TechTudo)Veja como pesquisar por locais usando o Google Now no Android (Foto: Ana Marques/TechTudo)

Veja como pesquisar por locais usando o Google Now no Android (Foto: Ana Marques/TechTudo)

Usar a câmera para detectar locais

Passo 1. No seu celular Android, encontre o aplicativo de câmera padrão, o mesmo que utiliza para registrar fotos no dia a dia. Em seguida, aponte a câmera para o elemento da rua ou sua casa que deseja pesquisar. Neste exemplo, vamos usar uma placa de endereço. Para o truque funcionar é necessário pressionar o botão de início (que acessa a assistente Google Now) por alguns segundos. Ele é indicado por um círculo na barra de tarefas do smartphone. Note que a tela será detectada.

Abra o aplicativo de câmera no Android e ative o detector de tela do Google Now (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Abra o aplicativo de câmera no Android e ative o detector de tela do Google Now (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Abra o aplicativo de câmera no Android e ative o detector de tela do Google Now (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 2. Após alguns segundos, os resultados aparecerão em cartões na base da tela. Neste exemplo, foi feita uma análise do texto na placa da rua. Para ter uma leitura mais completa, uma dica é aproximar bem o celular do objeto, para focar apenas no que deseja pesquisar. Neste caso, o endereço permite localizar o bairro e rua que está buscando com um atalho para abrir no Google Maps. O endereço será exibido, com um marcador do local.

Confira os resultados da imagem e encontre o mapa no Google (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Confira os resultados da imagem e encontre o mapa no Google (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Confira os resultados da imagem e encontre o mapa no Google (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 3. O usuário também pode enviar o resultado para amigos, tocando no ícone de “Compartilhar”. Encontre o app mensageiro ou rede social para enviar. Neste exemplo, foi usado o Facebook Messenger.

Compartilhe o resultado com amigos (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Compartilhe o resultado com amigos (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Compartilhe o resultado com amigos (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 4. Selecione o nome do contato na lista do app e conclua o compartilhamento em “Enviar”. Na conversa, será exibido um link exclusivo do Google para acessar a informação.

Envie o endereço ou local para seus amigos nos mensageiros e redes socias (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Envie o endereço ou local para seus amigos nos mensageiros e redes socias (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Envie o endereço ou local para seus amigos nos mensageiros e redes socias (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 5. Outra opção para obter dados completos do local é fazer uma busca mais ampla no Google. Você pode tocar no ícone de “G” em um cartão específico, para pesquisar aquele resultado, ou tocar no final da tela em “Pesquisar esta imagem no Google”. No primeiro caso, o usuário vai encontrar notícias, mapas e mais dados web. No segundo, o sistema vai fazer uma busca por “imagens semelhantes”, considerando cores e mais elementos, dica mais interessante para paisagens.

Pesquise por mais informações do local ou imagem no Google (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Pesquise por mais informações do local ou imagem no Google (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Pesquise por mais informações do local ou imagem no Google (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Usar imagens salvas no Android

Passo 1. Em vez de utilizar a câmera do celular, o usuário também pode usar a ferramenta do Google Now para fazer pesquisas com imagens já salvas no Android. Para isso, abra sua galeria de Fotos e encontre a imagem. Em seguida, pressione o “botão de início”, indicado por um “círculo” na barra de recursos do smartphone. O Google Now vai fazer a leitura dos elementos da tela. Neste caso, foi utilizada uma imagem de paisagem para detecção.

Encontre uma imagem para pesquisar sobre com o Google Now no Android (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Encontre uma imagem para pesquisar sobre com o Google Now no Android (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Encontre uma imagem para pesquisar sobre com o Google Now no Android (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 2. O resultado vai exibir as múltiplas detecções em cards separados. Neste exemplo, foi identificada a cidade de Florença, na Itália, mesmo sem elementos de textos, apenas imagem. Além disso, foram destacados outros pontos turísticos no local. A pesquisa indicou até o Street View para “passear” virtualmente no local, com visão em 360 graus.

Veja todos os resultados sobre o local e até acesse o Street View (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Veja todos os resultados sobre o local e até acesse o Street View (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Veja todos os resultados sobre o local e até acesse o Street View (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Na detecção de tela do Google Now, você pode usar o Google Maps, YouTube, fazer pesquisa ampla no Google, compartilhar o link com amigos e utilizar os mesmos recursos já descritos no início deste tutorial. Dependendo da paisagem, placa ou foto exibida na tela, alguns aplicativos extras podem aparecer ou não, para oferecer resultados mais completos, variando conforme o tema.

Ativar a pesquisa de tela do Google Now

Passo 1. Caso o recurso não esteja ligado por padrão no seu celular Android, você pode ativar de forma simples. Para isso, toque no ícone de “Configurações” e depois encontre a categoria de “Google”.

Abra as configurações do Google Now no Android (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Abra as configurações do Google Now no Android (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Abra as configurações do Google Now no Android (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 2. Encontre o item de “Pesquisa” na lista e toque na opção de “Pesquisa na tela”.

Acesse a ferramenta de pesquisa na tela do Google Now no Android (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Acesse a ferramenta de pesquisa na tela do Google Now no Android (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Acesse a ferramenta de pesquisa na tela do Google Now no Android (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 3. Por fim, ative a chave ao lado de “Solicita que o Google mostre a você informações relacionadas ao que é exibido na sua tela…”. A chave ligada ficará em azul.

Ative o recurso para mostrar informações na tela quando pressionar o botão de início (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Ative o recurso para mostrar informações na tela quando pressionar o botão de início (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Ative o recurso para mostrar informações na tela quando pressionar o botão de início (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

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A batalha entre os smartphones é bastante acirrada, sobrando comparações para todo os lados, desde tamanho até peso ou como a tela se comporta na claridade. Porém, um aspecto valorizado por muitos consumidores, e que causa bastante discussão, é a bateria dos aparelhos. O item é o que mantém os dispositivos funcionando, sendo assim, é essencial que ele esteja sempre carregado – e que faça isso em uma boa velocidade. Para tirar a prova, o site Phone Arena fez um belo apanhado para checar quais são os celulares que recarregam mais rápido.

Os fabricantes têm se esforçado bastante para equipar os celulares com baterias mais robustas, prontas para alimentar o hardware cada vez mais exigente dos produtos de ponta – com processadores e telas que devoram rapidamente a vida útil o item. Com a introdução de tecnologias como a Quick Charge 2.0, desenvolvida pela Qualcomm, grande parte dos aparelhos com processadores da linha Snapdragon 8xx passaram a não apenas durar mais, mas também serem recarregados de forma exponencialmente mais rápida.

Para o teste, os smartphones foram drenados completamente e então conectados aos seus conectores de parede, para garantir que todos os resultados fossem obtidos do mesmo modo. Obviamente, se você usar o cabo USB ligado ao computador ou recorrer a carregadores de terceiro pode acabar conseguindo números diferentes dos obtidos na listagem do site. De qualquer forma, fica fácil perceber a diferença que a tecnologia da Qualcomm faz no tempo de recarga, já que os dispositivos suportados ficaram nas primeiras posições.

Confira abaixo os tempos obtidos pelos aparelhos mais velozes na hora de irem de 0 a 100% em suas baterias:

1. Oppo Find 7a

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 1h22
  • Capacidade da bateria: 2800 mAh
  • Duração da carga: 6h06

Apesar de não ser vendido aqui no Brasil oficialmente, os produtos da Oppo costumam esbanjar qualidade e até algumas características diferentes, como é o caso da câmera giratória do Oppo N3. Como se não bastasse o Find 7a conseguir se recuperar completamente em uma hora e 22 minutos, a tecnologia de carregamento VOOC permite trazer a bateria para 75% em apenas meia hora ligado na tomada.

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 1h35
  • Capacidade da bateria: 3220 mAh
  • Duração da carga: 8h43

Além de contar com uma bateria removível – permitindo que o consumidor tenha mais uma peça de reserva –, o Note 4 “volta dos mortos” em cerca de uma hora e meia de recarga, graças ao Quick Charge 2.0. A bateria dá um show de duração ainda, mantendo o aparelho funcionando initerruptamente por pouco menos de nove horas.

3. Google Nexus 6

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 1h38
  • Capacidade da bateria: 3220 mAh
  • Duração da carga: 7h53

Usando o Motorola Turbo Charger, o Nexus 6 leva apenas três minutos a mais do que o Note 4 para garantir que a bateria esteja cheia novamente. Nada mal para o robusto aparelho de 6 polegadas produzido pela Motorola, hein?

4. OnePlus One

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h
  • Capacidade da bateria: 3100 mAh
  • Duração da carga: 8h05

Apesar de ser bem parecido em termos de hardware aos aparelhos Find 7 e 7a da Oppo, o OnePlus One leva duas horas completas para restaurar suas forças, uma vez que não traz o mesmo recurso VOOC do dispositivo no topo da lista.

5. LG G3

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h
  • Capacidade da bateria: 3000 mAh
  • Duração da carga: 6h14

Com um resultado igual ao OnePlus One, apesar de durar menos tempo, o LG G3 também entra na linha de duas horas para conseguir trazer sua bateria aos 100% novamente. Comparado com alguns modelos mais afastados na listagem, é até um tempo bastante respeitável.

6. Samsung Galaxy S5

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h02
  • Capacidade da bateria: 2800 mAh
  • Duração da carga: 7h38

O potente celular da Samsung também passa das duas horas para se alimentar por completo, ainda que seja por apenas dois minutos a mais que o G3 e o OnePlus One. A tela de resolução menos avançada, porém, faz com que a bateria dure mais do que a do aparelho da LG.

7. Samsung Galaxy Note 3

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h15
  • Capacidade da bateria: 3200 mAh
  • Duração da carga: 6h08

Outro aparelho da gigante sul-coreana de tecnologia surge nesse apanhado dos dispositivos que se recuperam mais velozmente da carga zerada. O Note 3 tem um hardware respeitável, que pode consumir a carga da bateria em cerca de seis horas. Por outro lado, ele está pronto para o uso novamente depois de ser colocado na tomada por duas horas e quinze minutos.

8. Apple iPhone 6

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h27
  • Capacidade da bateria: 1810 mAh
  • Duração da carga: 5h22

Os celulares da Apple são famosos por não terem as baterias mais robustas. A peça de apenas 1810 mAh do iPhone 6 “caçula” é exaurida completamente em pouco menos de cinco horas e meia, e leva longas duas horas e vinte e sete minutos para ser recarregada

9. Motorola Novo Moto G

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h31
  • Capacidade da bateria: 2070mAh
  • Duração da carga: 6h17

Os donos do Moto G de segunda geração, porém, não podem caçoar muito dos usuários do iPhone, já que a bateria do dispositivo leva pouco mais de duas horas e meia para ser carregada completamente. E, se a primeira edição do telefone tinha uma boa vida com carga cheia, a tela de 5 polegadas do novo Moto G acaba detonando a bateria em seis horas e dezessete minutos.

10. Apple iPhone 6 Plus

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h51
  • Capacidade da bateria: 2915mAh
  • Duração da carga: 6h32

O telefone mais robusto da Apple – em todos os sentidos – tem um hardware de ponta e uma bonita tela de 5,5 polegadas, mas, obviamente, isso tem um preço no uso da bateria. A carga completa da peça é consumida em pouco mais de seis horas e meia, e, se você quiser que ela seja recarregada completamente, vai ter que esperar cerca de três horas por isso. Sendo assim, é uma boa ideia – para este e outros aparelhos no fim da lista – ficar com o carregador sempre à mão, não é?

11. Motorola Novo Moto X

Tempo de recarga (0% a 100%): 2h56
Capacidade da bateria: 2300mAh
Duração da carga: 5h45

O novo xodó da Motorola – e de muitos consumidores – não se saiu bem nos testes realizados. O hardware do aparelho devora a carga completamente em pouco menos de seis horas, e, apesar de ter uma bateria mais modesta do que a do iPhone 6 Plus, também leva quase três horas inteiras para ser realimentada.

12. HTC One (M8)

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 3h27
  • Capacidade da bateria: 2600mAh
  • Duração da carga: 7h12

Corpo de metal, tela bonita, câmera com tecnologia avançada e saídas de som de babar. O One (M8) é o sonho de consumo de muita gente, mas, se ele zerar a bateria – algo que leva pouco mais de sete horas –, prepare-se para esperar quase três horas e meia para que ela se encha por completo.

13. Sony Xperia Z3 Compact

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 3h28
  • Capacidade da bateria: 2600mAh
  • Duração da carga: 10h02

O Z3 Compact é outro que leva uma eternidade para ser recarregado, levando um minuto a mais do que o One (M8) para encher sua bateria. A boa notícia é que, depois de alimentada, a bateria dura impressionantes dez horas de uso contínuo – nada mal para o irmão menor do Xperia Z3.

14. Sony Xperia Z3

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 3h55
  • Capacidade da bateria: 3100mAh
  • Duração da carga: 9h29

Ficando na última posição entre os dispositivos testado, o Xperia Z3 é um exercício de paciência para aqueles que precisam esperar a bateria carregar completamente, uma vez que o processo inteiro dura quase quatro horas. Ainda que a carga dure nove horas e meia, a ideia é que você deixe ele carregando durante a noite, para poder usá-lo intensivamente durante todo o dia, sem maiores problemas.

E aí, os resultados ficaram dentro do que você esperava? O que você faz para passar o tempo quando o seu celular “morre” e precisa passar um tempo ligado à tomada? Deixe sua mensagem nos comentários.

FONTE(S)

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A pouca duração das baterias dos celulares tem sido um grande problema na vida de usuários. Entretanto, o Quick Charge, tecnologia da Qualcomm, promete amenizar isso. O recurso é capaz de carregar alguns modelos de smartphones com Android e Windows Phone em até 80%, em apenas 35 minutos. Isso não é nada mal para um tempo que chegava a durar entre duas e três horas.

Se você ainda não conhece a novidade e quer saber como funciona, a Cell Tech  explica tudo sobre o Quick Charge e também os modelos compatíveis à venda no Brasil. Confira:

Quick Charge é uma tecnologia de carregamento rápido da Qualcomm para smartphones (Foto: Arte/Elson de Souza) 

 

Quando o usuário conecta um carregador à tomada, o componente começa a converter a energia recebida em uma potência adequada à bateria e demais componentes do celular. Em acessórios convencionais, os valores variam entre 5 Volts / 0.5 Ampère a 5V / 1A, gerando potência de 5 watts (W).

Para celulares com baterias de até 2.000 mAh, esses carregadores mais simples conseguem se sair relativamente bem. No entanto, à medida que smartphones atuais superam os 3.000 mAh e até os 4.000 mAh, o tempo conectado à tomada pode virar um verdadeiro tormento. É aí que a tecnologia da Qualcomm age.

Para acelerar o carregamento em smartphones com Quick Charge, a empresa embutiu novos componentes capazes de receber uma carga maior do que a normal sem danificar o aparelho. Entre eles, destacam-se os processadores e o carregador, que são capazes de conversar entre si para que a carga suportada seja liberada para agilizar o carregamento. Confira os detalhes técnicos e os chips compatíveis:

Resultados do Quick Charge 3.0, 2.0 e 1.0 de acordo com a Qualcomm (Foto: Arte/Elson de Souza)
Resultados do Quick Charge 3.0, 2.0 e 1.0 de acordo com a Qualcomm 

O Quick Charge 3.0, padrão mais recente, consegue obter 80% de bateria em apenas 35 minutos graças a um algoritmo batizado de INOV (Intelligent Negotiation for Optimum Voltage). Essa tecnologia dá ao aparelho o poder de requisitar a potência desejada em tempo real e de forma fracionada para maximizar os resultados. Ou seja, há uma troca mais inteligente entre carregador e bateria.

Para garantir que o sistema opere perfeitamente, o Quick Charge funciona apenas com carregadores certificados pela Qualcomm. Além disso, esses acessórios são capazes de distinguir qual a amperagem máxima suportada pelo telefone para evitar danos. Isso também significa que não adianta conectar um aparelho sem a tecnologia ou à uma tomada mais forte, já que a velocidade não será alterada.

LG G5 é um dos primeiros smartphones compatíveis com Quick Charge 3.0 (Foto: Fabrício Vitorino/TechTudo)
LG G5 é um dos primeiros smartphones compatíveis com Quick Charge 3.0

Ainda que o celular do usuário tenha um chip compatível, como o Snapdragon 801, a fabricante pode optar por não usar o Quick Charge no aparelho. Outro detalhe é que a Qualcomm também licencia o carregamento rápido para aparelhos com chips de outras fabricantes. Sendo assim, vale consultar o manual de instruções do aparelho para se certificar de que o telefone é compatível.

– Quais aparelhos compatíveis no Brasil?

Alguns aparelhos disponíveis no Brasil já são compatíveis com o carregamento rápido de bateria. Acompanhe os modelos por fabricante:

Samsung

Oficialmente, a Samsung não declara se usa ou não a tecnologia Quick Charge como seu recuso de carregamento rápido. No entanto, um documento da Qualcomm revela que os aparelhos compatíveis com o QC 2.0 são o Galaxy Note 4, Galaxy Note 5 e Galaxy Note Edge, os Galaxy S6, Galaxy S6 Edge e Galaxy S6 Edge Plus, que possuem os componentes necessários.

Galaxy S7 e S7 Edge contam com Quick Charge 2.0 (Foto: Fabrício Vitorino/TechTudo)Galaxy S7 e S7 Edge contam com Quick Charge 2.0 
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Os recém-chegados Galaxy A7 2016 e Galaxy A5 2016 são outros modelos que possuem o carregamento rápido. Por fim, o Galaxy S7 e o Galaxy S7 Edge têm causado polêmica lá fora por serem compatíveis apenas com o Quick Charge 2.0 e não com a versão 3.0, que é mais rápida.

Motorola

No Brasil, a Motorola possui uma grande variedade de aparelhos com Quick Charge 2.0. São eles o Moto G Turbo, o Moto X (2014) e os Moto X Force, Moto X Style e Moto X Play. Todos os modelos chegam acompanhado do carregador Moto Turbo da empresa.

Moto G Turbo possui carregador compatível com Quick Charge 2.0 (Foto: Divulgação/Motorola)
Moto G Turbo possui carregador compatível com Quick Charge 2.0 (Foto: Divulgação/Motorola)

LG

LG G5 deu uma rasteira no Galaxy S7 ao trazer o Quick Charge 3.0, que carrega a bateria do aparelho a 80% em apenas 35 minutos. Além dele, contam com a versão 2.0 da tecnologia os modelos LG G4 e LG G Flex 2, já disponíveis por aqui.

Sony

A Sony tem apenas modelos com o Quick Charge 2.0 no Brasil. São eles: Xperia Z5, Xperia Z5 Compact, Xperia Z5 Premium, Xperia Z3Xperia Z3+ e Xperia Z3 Compact. Outros que também contam com o recurso são os recém-lançados Xperia X, Xperia X Performance e Xperia XA, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

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Android supera WindowsO fim de uma era: foi no mês passado, em março de 2017, que o Android finalmente virou o jogo e superou o Windows como o sistema operacional mais usado no mundo.

Segundo dados divulgados pela StatCounter, o sistema mobile do Google fechou o mês 0,02 ponto percentual à frente do SO da Microsoft: 37,93% contra 37,91%. Bem atrás deles, iOS e macOS estão relativamente estáveis com 13,09% e 5,17%, respectivamente.

Outro aspecto curioso do levantamento está nesta página, que colore o planeta de acordo com o sistema operacional dominante em cada país. Mesmo à frente do Windows no geral, o Android só é o mais usado em quase toda a África e em parte da Ásia — claro, China e Índia sozinhas já são suficientes para fazer essa diferença.

A superação vem certamente como um baque para a Microsoft, que detinha a liderança desde a década de 1980. Há meros cinco anos, pasmem, ela dominava com mais de 80% do mercado enquanto o Android tinha apenas 2,4% do total.

E, se o Windows continuar no ritmo em que está, até o iOS poderia superá-lo daqui a alguns anos.

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Na semana passada, a Apple liberou as primeiras versões beta do iOS 10.3.2, do macOS 10.12.5, do watchOS 3.2.2 e do tvOS 10.2.1. Os mais atentos repararam que ela havia pulado tanto o iOS 10.3.1 quanto o watchOS 3.2.1. Pois bem, hoje, de surpresa, a empresa disponibilizou o iOS 10.3.1(compilação 14E304) para todos os usuários de iPads, iPhones e iPods touch.

iOS 10.3.1